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Fabiana Batistela na UnConvention hoje!

novembro 24, 2010

AUDITÓRIO IBIRAPUERA SEDIA PRIMEIRO UNCONVENTION SÃO PAULO

Pete Shelley (Buzzcocks), Viv Albertine (The Slits), Redson (Cólera), Graham Massey (808 State), Pena Schmidt, Rodrigo Sanches (Trama), Fabrício Nobre (Monstro Discos), entre outros, discutem as diversas formas da música no palco do Auditório Ibirapuera

Dia 24 de novembro, das 10h às 23h, professores, músicos e profissionais de cultura discutem a música no primeiro UnConvention São Paulo. O evento é gratuito e quem quiser participar pode se inscrever pelo site www.auditorioibirapuera.com.br <http://www.auditorioibirapuera.com.br/> .

Começando como uma alternativa ao mainstream, o UnConvention foi realizado pela primeira vez em Salford, Reino Unido, em outubro de 2008. Dois anos e 12 eventos depois, ele chamou a atenção da comunidade global de música “autêntica” e hoje tem eventos que acontecem na Índia, Colômbia, Brasil, Austrália, Espanha, Alemanha, EUA e Islândia.

A realização do UnConvention em São Paulo buscará trazer a tona questões interessantes para a cena musical nacional. Resultado de uma parceria entre Monstro Discos, Centro de Referência do Auditório Ibirapuera e British Counsil, o evento propõe a realização de diferentes debates entre as figuras que fazem parte da produção musical independente, com o objetivo de fortalecer essas redes criativas e potencializar seus projetos, evidenciando assim a importância do trabalho colaborativo.

O UnConvention entende que as coisas mais interessantes acontecem nas margens. Ele não se importa com o mainstream. Não acredita em ‘faça você mesmo’.  Acredita em ‘fazer juntos’ e tem na música uma forte ferramenta para mudança social. Tal ferramenta assume a forma de projetos de hip hop nos bairros da Colômbia ou projetos musicais inovadores nas favelas da Índia.

Mais informações podem ser encontradas aqui:
www.unconventionhub.org <http://www.unconventionhub.org/>

PROGRAMAÇÃO UNCONVENTION SÃO PAULO:

Nei Lisboa encerra a turnê Vapor da Estação no Rio de Janeiro

novembro 22, 2010

Nei Lisboa, referência da música urbana produzida no Rio Grande do Sul, encerra sua turnê Vapor da Estação, uma comemoração pelo seus 30 anos de carreira, em 23 de novembro, próxima terça. O músico passou por oito cidades brasileiras – Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Itajaí (SC), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Belém (PA), São José do Rio Preto (SP) e São Paulo (SP) – e vai fechar a jornada com chave de ouro no Rio de Janeiro, no teatro Rival Petrobrás. Em suas paradas, o gaúcho conquistou novos fãs e surpreendeu os antigos admiradores de sua poesia, afinal tinha gente esperando Nei Lisboa em sua cidade há muito tempo.

A musicalidade eclética, rebelde e cheia de humor de Nei Lisboa faz parte de seu repertório. A turnê Vapor da Estação conta com obras de seus oito discos autorais, entre elas “Pra Viajar no Cosmos Não Precisa Gasolina”, “Verão em Calcutá”, “Telhados de Paris”, “Faxineira, “Cena Beatnik” e a inédita “Vapor da Estação” – esta, sobre o sentimento de estar na estrada, composta especialmente para a tour.

Não conseguiu assistir ao novo show? Ainda dá tempo! Corre pro Rio de Janeiro, o convite está aqui. Agora, se você não estará na Cidade Maravilhosa, deguste daí mesmo:

Lobão no Sesc Pompeia

novembro 17, 2010

O show Lobão Elétrico sacudiu o Sesc Pompeia no último final de semana com produção da Inker. Ingressos esgotados, fãs pra lá de animados e convidados especialíssimos fizeram os dias 12 e 13 entrar pra história do rock nacional! Exageros a parte, a gente não pode deixar de dizer que foram duas noites incríveis, com muita energia em cima e fora do palco e momentos inesquecíveis para artistas, fãs e pra Inker.

Luiz Carlini e Chuck Hipolitho foram os convidados de Lobão nos dias 12 e 13, respectivamente. Em meio à evocação de Mutantes e Raul Seixas, Carlini tocou composições próprias e do nosso anfitrião e foi chamado pelo público de Dom Corleoni da Pompeia – afinal, ele é um dos ícones do rock do bairro, que está completando 100 anos. Chuck, ícone do underground paulistano, trouxe sangue novo à segunda noite e detonou na guitarra em vários clássicos.

Já que imagens – e música, é claro – falam mais que mil palavras, confira um pouquinho do que rolou dia 13, com cenas exclusivas de bastidores:

Lobão em casa

novembro 10, 2010

Você já deve saber que o Lobão se apresenta no SESC Pompeia nos dias 12 e 13 de novembro.

A novidade é que para estas apresentações, o show Lobão Elétrico terá dois convidados muito especiais: no dia 12, Luiz Carlini, do Tutti-Frutti, sobe ao palco para destilar sua guitarra psicodélica em clássicos que marcaram sua carreira como “Agora Só Falta Você”, “Jardins da Babilônia”, “Ando Meio Desligado” (Mutantes), “Rock das Aranhas” (Raul Seixas) e ainda “Essa Noite Não” e “Me Chama”, do nosso anfitrião.

No dia seguinte, 13 de novembro, Chuck Hipolitho, da banda paulistana Vespas Mandarinas, faz as honras no palco de Lobão. Os hits “Rádio Blá”, “Essa Noite Não” e “Corações Psicodélicos” ganharão riffs mais fortes com a ajuda deste ícone do nosso rock underground. Sim, a ideia foi colocar um convidado old school e outro da nova geração do rock nacional. (não tão nova assim, é verdade…)

E os ensaios foram super divertidos! Lobão tem um mini estúdio em casa, e foi ali, em sua edícula no bairro da Pompeia, que ele recebeu os amigos guitarristas.

Lobão e Carlini durante um break do ensaio na toca do lobo.

LOBÃO ELÉTRICO no Sesc Pompeia – 12 e 13 de novembro

Choperia do Sesc Pompeia
Rua Clélia, 93
Dias 12 e 13/11. Sexta e sábado, às 21h30.
Capacidade: 800 lugares
Não é permitida a entrada de menores de 18 anos. A Choperia é classificada como casa noturna, em função da venda de bebidas alcoólicas.
Ingressos: R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Tel.: (11) 3871-7700

 

 

 

 

 

 

Ludov e Mateus Solano

outubro 15, 2010

O fofíssimo, gato, bofe-escândalo e ator Mateus Solano foi clicado andando de bicicleta no Rio de Janeiro com a camiseta do Ludov!! Não é um luxo? Olha só:

Quem quiser comprar uma igual, pode clicar aqui ou na imagem a baixo.

Falando em Ludov, a banda se apresenta hoje no Studio SP. O repertório conta com o terceiro álbum, Caligrafia. Todas as músicas estão disponíveis para download gratuito no site da banda. Escuta lá!

Ludov
23h | R$ 20 (porta) e R$ 15 (lista)

Rua Augusta, 591
São Paulo
11 3817-5425

 

 

 

 

 

 

Nei Lisboa em São Paulo!

outubro 8, 2010

Nei Lisboa é uma das maiores referências da música urbana produzida no Rio Grande do Sul. O cantor e compositor mais cult do sul do país, gravado por Caetano Veloso, está celebrando 30 anos de carreira com sua primeira turnê nacional,Vapor da Estação. O repertório é uma retrospectiva de seus oito discos autorais e você poderá conferi-lo no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, nesta sexta-feira, 08, às 21h.

Olha o flyer da turnê:

Enfim, o Brasil

por Juarez Fonseca

Em novembro de 1979 os muros do Bom Fim, mitológico bairro de Porto Alegre, amanheceram pichados com a frase “Deu pra ti, anos 70”. O mistério se desfaria poucas semanas depois: era o título do primeiro show individual de Nei Lisboa, dando adeus a uma década pesada – na qual seu irmão Luiz Eurico “desaparecera” nos porões da ditadura. Mas no subtexto a frase acreditava em dias melhores, até porque a Anistia já vigorava desde agosto. Nei tinha 20 anos. Em 1981, com ele atuando e canções dele na trilha, o título do show virou o título do filme que se tornaria um símbolo daquela geração de jovens músicos, atores e cineastas, de certa forma antecipando seu futuro (pois lá estava a semente da hoje consagrada Casa de Cinema de Porto Alegre).

Esses momentos “fundadores” pontuam as comemorações pelos 30 anos de carreira e os 50 de vida, iniciados em 2009 e sintetizados por Nei Lisboa no show produzido especialmente para apresentações em nove cidades de sete estados, em sua primeira turnê nacional. Você leu bem: primeira. Mas nem precisa perguntar por que um dos mais populares músicos do Sul, com uma obra da qualidade da sua, reconhecida por críticos bem-informados de todo o país, demorou tanto para levá-la ao público de outras latitudes e longitudes. Nem ele sabe justificar direito as razões da ausência. Tenho uma suspeita: quando se deu conta, 30 anos haviam passado a jato. Querem ver? Perguntei por que não fez turnê parecida dez anos atrás. Resposta:

“Hoje tenho um acúmulo de vida artística que aos 20 não era tão intenso. Não tinha a firmeza de hoje. Nesta década foram três discos, além de um livro de crônicas, um acervo que está merecendo uma exposição lá fora. Mas sim, havia um descompasso entre a importância que me atribuem em casa e o desconhecimento de São Paulo para cima. Tenho ido regularmente a São Paulo, Curitiba, Florianópolis. No Rio, conto nos dedos as vezes em que estive; uma só, nesta década. Em Brasília foi uma vez, de passagem, e assim mesmo eu e violão, numa feira do livro, mais como escritor. Em Belém estive há coisa de 20 anos. Em Belo Horizonte, acho incrível nunca ter me apresentado; várias vezes ensaiei essa ida, e não aconteceu.”

Enquanto isso, ele aprimorava o idílio com os fãs no Sul, fazendo shows de diferentes formatos e repertórios, invariavelmente lotados. Fiel, a geração que assistiu ao seu surgimento viu novas gerações sendo agregadas, formando um público ao mesmo tempo heterogêneo e homogêneo.  Gente dos 20 aos 60 anos que não perde suas apresentações e o considera quase como uma pessoa da família, deliciando-se com sua música e seu senso de humor, suas observações sempre salpicadas de fina ironia. Durante muito tempo ele freqüentou os bares do Bom Fim como um habituê qualquer. Quando chegou aos 40 anos e começaram a chamá-lo, afetuosamente, de “senhor do Bom Fim”, retirou-se ao natural. Pouco depois nasceria Maria Clara, sua filha.

Poderia sem problemas seguir a mesma vida, completa em si, mas restrita a baixas quilometragens. Até que em um dia de 2009 achou que já estava na hora de fazer percursos mais extensos. Inscreveu na Petrobras Cultural o projeto da turnê por nove cidades de sete estados e ganhou o patrocínio. “Por minha conta, dificilmente eu poderia materializar uma produção dessas”, argumenta. Agora, sua expectativa é ter uma primavera de muitas alegrias. A banda está pronta, com os dois músicos que o acompanham há anos, Paulinho Supekóvia na guitarra e violão (foi integrante do grupo instrumental Cheiro de Vida) e Luiz Mauro Filho nos teclados, mais Clóvis “Boca” Freire no baixo e Giovani Berti na percussão.

O roteiro do show é uma retrospectiva da carreira, com músicas dos oito discos autorais, entre elas Pra Viajar no Cosmos Não Precisa Gasolina, Verdes Anos, Paisagem Campestre, Verão em Calcutá, Telhados de Paris, Faxineira, Romance, Cena Beatnik, Pra Te Lembrar, Bar de Mulheres, Translucidação. Conforme o clima do show podem entrar canções do álbum Hi-Fi, de 1998, reunião de sucessos do pop internacional da época em que o Nei estudante viveu nos EUA. O público vai poder comprar um CD exclusivo, com a inédita gravação de um show em São Paulo em 2004, mais o registro em estúdio de Vapor da Estação, música sobre o sentimento de estar na estrada composta especialmente para as plateias da turnê.

“Não estou fazendo este investimento com a ideia de me lançar para o Brasil, mas sim de pagar uma dívida, cobrir uma lacuna junto a um público específico, mais seleto, que demanda o conhecimento inter-regional, que cultiva o salutar hábito de gostar de coisas fora do mainstream, fora da mídia”, Nei registra. Quer dizer: vai ao encontro de um público que de certa forma já sabe ter, que há muito se comunica com ele e sua música através do site. “Também espero plantar umas sementinhas, quem sabe… Em Curitiba, por exemplo, tive na primeira vez um teatro lotado e, por conta disso, voltei outras vezes. Quem sabe não se repete agora, nas outras cidades? Aos 50 anos, tá na hora.”

 

Guizado à Calavera

outubro 5, 2010

O trompetista Guizado está lançando o disco Calavera, sucessor de Punkx. Diferente do primeiro, este não é totalmente instrumental: pela primeira vez, o próprio Guilherme Mendonça se arrisca no vocal. Este lançamento conta com o talento de parceiros como Curumin, Rian Batista e Régis Damasceno (estes dois últimos, do Cidadão Instigado).  Calavera é formado por 11 faixas e traz ainda Céu e Karina Buhr nos vocais. Vale lembrar que Guizado também se apresenta nos shows desta turma.

E hoje tem show na Matilha Cultural, na rua Rego Freitas, 542, às 21h. Em breve, você poderá vê-lo também na TV, pela tela da Rede Bandeirantes… Aguarde!

“Viatura em Chamas” em clima pré-eleitoral!

outubro 1, 2010

Que a gente é muito fã do Seychelles isso não é novidade. A dois dias das eleições, os caras chegam com um clipe sensacional da nova música “Viatura em Chamas”, do terceiro disco da banda que está quase saindo do forno. E a Inker faz uso do vídeo (e da faixa) para ressaltar a importância do voto consciente!!!

A letra, inspiradora, é de uma acidez pra lá de conveniente, bem com a cara do Seychelles. Afinal, “é muito bom que você perceba como é flagrante a destruição”. Esse disco promete, aguardamos ansiosos. Até lá, não deixe de conferir o clipe e pense bem na hora de escolher seus candidatos!!!!!!!

Veja o vídeo:

http://vimeo.com/15445596

Veja as fotos da gravação no site da banda:

http://www.sey.art.br/2010/09/29/fotos-viatura-em-chamas-por-rodrigo-erib/

“Viatura em Chamas”
Direção / Montagem: Ricardo Sêco
Direção de fotografia: Leonardo Siqueira
Apoio fotografia: Rodrigo Erib

Ecos Falsos lança Livro/CD “Quase Tudo”

outubro 1, 2010

A banda paulistana Ecos Falsos lança nesta sexta, 01/10, um livro, que vem com um CD. Ou se preferir, podemos dizer que eles lançam um CD, que vem encartado dentro de um livro.

O álbum possui 15 faixas. A banda lançou as músicas na internet e em cinco etapas  antes de prensar a bolachinha.

“Quase Tudo” é o esforço de uma banda em juntar caminhos. Reunir a dispersão que se tornou a música e a comunicação na internet em um novo pacote, uma nova proposta. Misturar rock, ficção, memória e reality show por escrito. A espinha dorsal são as 15 músicas do projeto “Quase”, lançado em etapas na internet e encartado em CD junto com o livro, que as expandiu em acordes, notas pessoais, imagens, emails furiosos entre os integrantes e contos inéditos.

Passa lá! A entrada é muito valiosa: 1 kg de alimento não perecível.

Sexta, 01/outubro
às 19h30
Pocket show de Ecos Falsos
Livraria Cultura do Shopping Bourbon
R. Turiassu, 2100 – Perdizes
São Paulo- SP
Sujeito a lotação. Capacidade de 125 lugares.
Entrada: 1 kg de alimento não perecível

http://ecosfalsos.com.br/

http://www.myspace.com/ecosfalsos

foto: Otavio Souza

Guizado, Cedo e Sentado

setembro 28, 2010

Guizado apresenta  o repertório de seu segundo disco “Calavera” no projeto Cedo e Sentado do Studio SP. Além de  um super trabalho, o show do trompetista é gratuito.

Aparece lá:

E nosso amigo Thunderbird entrevistou ele pro Showlivre:

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